• Eu amo rosa, coisas cutes, fófis e meigas.
• Fui criada em uma fazenda até os três anos de idade.
• Nasci loira. Meu cabelo preto-azulado é fruto de tintura.
• Eu cozinho. E o que é pior, eu gosto.
• Tenho um medo patológico de baratas.
• Meu medo de baratas só perde pro meu medo do escuro.
• Apesar do medo extremo de baratas outros animais julgados como odiosos por muita gente (ratos, lagartixas, aranhas, sapos, morcegos) me inspiram certa simpatia. Criança de fazenda é isso aí.
• Fui uma criança serelepe: não me faltam cicatrizes pelo corpo. Já caí de árvores, me ralei toda, mas nunca quebrei um osso sequer.
• Tenho o hábito de deixar as coisas pela metade. Isso é porque gosto de fazer tudo ao mesmo tempo.
• Não gosto de bebidas alcóolicas.
• Ganhei dois concursos de literatura aos 11 anos: um com um conto e um com um livro.
• Nasci no interior de São Paulo mas fui criada no Mato Grosso do Sul. Eu sou mesmo paulista, mas meu coração é sul-matogrossense.
• Acho o sol lindo, mas não tomo sol desde os 17 anos.
• Isso é culpa das incontáveis queimaduras e insolações que eu já tive.
• A família do meu pai é toda alemã. A da minha mãe tem de tudo um pouco: italianos, portugueses, índios… Ser brasileiro é isso aí.
• Não vivo sem hidratante de baunilha.
• Aliás, quanto mais coisas de baunilha, melhor.
• Não gosto nem de pipoca, nem de sorvete.
• Em compensação, adoro comidas que todo mundo ama odiar: bife de fígado, quiabo…
• Eu adoro a Bela Adormecida da Disney.
• Eu toco piano (mal).
• Já cantei em coral de igreja. Acredite.
• Morei 3 anos na Bolívia.
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