O Popnoid possui 183 posts, 32 páginas, 3,999 comentários e 16 categorias. O último post foi 7 motivos pra adorar (ou odiar) Telephone e a última pessoa a comentar foi Etevene. O blog foi modificado pela última vez em 2010-03-14 15:19:23 (GMT -3).
5) Déjà vu animal.
Acho que já vi esse cachorro em algum lugar…
Não faço só figuração, também interpreto.
6) Lady GaGa em dobro.
Não, você não está bêbado. A morena parecidíssima com Lady GaGa é a irmã dela, Natali.
Com prótese nasal e óculos escuros qualquer um fica parecido com a Lady GaGa!
7) Lady GaGa usa um óculos feito de cigarros. Acesos.
Ela não tem um pênis. E é mais macho do você e todos os seus amiguinhos juntos. Segue o diálogo das policiais “femininas”: - I told you she didn’t have a dick..
- Eu disse que ela não tinha um pinto. - Too bad…
- Que pena…
Ver pra quê? Essa história de enxergar é tão overrated!
Bônus: Telephone é a continuação de Paparazzi. E eu não esperava tanto por um clipe desde a era “Black or White” do Michael Jackson. Rola até uma dancinha MJ style quando GaGa sai da prisão.
Motivos pelos quais você vale menos do que uma goiaba podre.
1) Gente que faz piada com O MUNDO VAI ACABAR EM 2012 CORRAO LOL!!!1111111.
Ficar repetindo que “Ainda bem que o mundo vai acabar em 2012, não aguento mais trabalhar LOL” não te torna uma pessoa cool. Se os maias fossem realmente espertos, não usariam fio-dental. E ainda estariam vivos pra contar história. Gente que faz piada com 2012 só não é pior do que gente que leva essa história de 2012 a sério.
2) Gente que faz qualquer tipo de comentário polêmico no twitter só pra chamar a atenção.
Coisas como “Gente, peidei fedido agora!”. Pior é quando ninguém dá atenção e a pessoa insiste “Nossa, cheirou repolho podre!”. Incrível como o twitter catapultou essa necessidade de descrever até o mais desagradável/dispensável.
3) Gente que se acha ditadora de moda.
Já vi mais de um comentário do tipo “Ai, eu fui a primeira a falar de Leide Gaga no meu blog todo mundo só escuta Leide gaga porque falei primeiro dela e mimimi mimimi”. Aham, Creide. Só o fato de você existir nos torna pessoas melhores.
4) Gente que insiste em nacionalizar o desnecessário.
Parece que há um pensamento comum no inconsciente do brasileiro: inglês = EUA = MALDITU ISTADUZUNIDUS. Falar inglês é como se fosse uma prova da dominação exercida sobre o pobre país fodido que é o Brasil. Recentemente, alguns tuiteiros falavam em nacionalizar o #FollowFriday ou #FF. Trata-se de uma maneira de indicar twitters interessantes toda sexta-feira. Daí alguém teve a ideia genial de criar o #SS ou #SigaSexta. Só que as pessoas se esquecem que SS é também a sigla da polícia secreta nazista, a Schutzstaffel. Claro, não precisa ser um grande entendido de história pra fazer a associação nazista = ruim.
5) Gente que tem preguiça de pensar.
Eu não entendo como algo do tipo acontece. Quer dizer, agora estamos o tempo todo no computador, e tem gente que ainda não consegue interpretar um texto propriamente. Se bem que, por um lado, eu entendo que a internet nos deixou mais preguiçosos. Estou vendo pessoas que vão se formar comigo e não conseguem ler um artigo científico. A dificuldade? Ir até a biblioteca e pegar um livro pra poder consultar o que você não sabe.
6) Gente que copia o que eu faço.
Eu poderia subir num pedestal e dizer que a cópia é uma homenagem e mimimi mimimi. Mas acontece que tenho sangue italiano, que ferve ao menor sinal de injustiça. Não sou de apontar o dedo. Mas sabe, as pessoas não são burras.
7) Gente que flooda twitter.
Pode ser com perguntas de Formspring. Pode ser com resultados de testes imbecis. Pode ser aquele bate-papo com a miguxa. O twitter é genial. Tipo, melhor ferramenta de comunicação/divulgação ever. Quando você domina a timeline com as perguntas super relevantes do seu Formspring, a comunicação não rola de forma apropriada. E depois você ainda se pergunta por que, de repente, o seu número de followers diminuiu.
Acho que já deixei bem clara a minha paixão por música. Tenho meus artistas favoritos e tal, mas sou bem sincera: não vou deixar de falar mal quando acho ruim. Falo pra quem quiser ouvir que eu acho Just Dance chata. Não me apetece, simplesmente. Mas quando o The Fame Monster vazou, devo dizer que foi uma grata surpresa. São só 8 músicas, porque o Monster era pra ter sido lançado como uma versão luxuosa do disco anterior, o The Fame, só que como faixas bônus. É mais do que justo que seja um disco a parte, porque são 8 músicas, mas são 8 músicas boas. Isso é raro mesmo em discos com 14, 15 faixas. Então, por que ouvir o Monster? Te dou sete motivos.
7)Teeth: É a oitava e última faixa do álbum, e se querem saber, não gostei da primeira vez que ouvi não. Daí eu ouvi de novo. E de novo… E de novo… E to ouvindo agora. É uma música que vai crescendo e te empolgando. Eu achei ela com uma coisa de “Laura” do Scissor Sisters. O ritmo é delicioso no fim das contas, tem uma coisa meio de música-negra-de-New-Orleans… Pra mim que é a faixa mais fraca do disco inteiro, mas não deixa de ser boa. Vale a pena ser ouvida sim!
6)So happy I could die: Essa música tem cara daquelas que a gente ouve na beira da piscina, tomando drinques e fingindo estar no meio de uma cena da novela das oito. Tá, pessoas normais não fazem isso. Acho que pessoas normais não tomam drinques, isso é coisa do Manoel Carlos. Mas é isso, a música é uma delicinha e tem toda essa cara de alto verão, pegação, curtição e mimimi mimimi.
5)Telephone: Essa eu achei total com cara de bitch-sasha-fierce. Não é a toa que a Beyoncé participa. É pra pegar fogo na buatchy (eu ia escrever nas pistas, mas já estou me sentindo suficientemente velha). É boa de dançar, é boa de cantar o refrão junto. Desliga o cel e sijoga.
4)Dance in the dark: Essa música é tida como um dos pontos altos do disco. Não é a toa não. Eu acho ela um tantinho deprimente em certas partes, mas o refrão joga tudo lá pra cima. E pelamor, qualquer coisa que soe tão anos 80 assim me conquista num piscar de olhos-protegidos-por-óculos-coloridos.
3)Speechless: Não consigo deixar de pensar o quando a Gaga parece vulnerável quando canta algo do tipo. É uma balada ao piano, e Deus sabe o tanto que sou louca por baladas do tipo. Acho que ela soa meio diva negra nessa música. E querem saber, é lindo. Me lembra um pouco Queen, esse coisa meio de Freddie Mercury de cantar e colocar tudo pra fora, e tem o piano e tudo o mais… Ah, já falei do piano né? Ela tem voz pra sustentar uma música sem milhares de artifícios eletrônicos.
2)Monster: Se tem uma coisa que não dá pra negar é a capacidade da GaGa em criar os refrões mais poderosos/pop/grudentos. Ela sabe como repetir as sílabas certas pra fazer a música grudar nas nossas cabeças. E lá está você, e de repente vem o M-M-M-Monster! É dessas músicas irresistíveis, não tem como errar se colocar pra tocar numa festa.
1)Alejandro: É difícil escolher uma música favorita dentre todas as faixas do disco, mas essa é uma forte candidata. Lembra um pouco de Ace of Base, e só pra deixar bem claro: eu não gosto de Ace of Base. Acho deprê, acho pra baixo, acho anos 90 demais. O mérito é pegar algo que soe chato e transformar na coisa mais delícia ever. É impossível não ficar cantando Ale-Alejandro! Lembra o que eu disse sobre os refrões grudentos? Pois é…
Bônus)Bad romance: Quando a música saiu, juro que coloquei no repeat e passava horas ouvindo. Gosto quando a música é sentimento e quando a pessoa que canta passa essa sinceridade. Gosto ainda mais quando a música é diversão pura. Essa música é as duas coisas. Ah sim, tem um clipe também… Que é simplesmente a coisa mais foda já lançada nos últimos tempos. Sou de um época onde o clipe era importante, apresentava a música e ajudava tudo a vender. Michael Jackson, oi? Lady GaGa faz a gente esperar pelos clipes dela, e a espera não é em vão. E se tem mais alguém que ainda não viu o clipe…
Feito? Então me dá licença que vou lá descolorir (mais) meus cabelos e colocar meu casaco de urso polar. Beijo pra quem fica.