7 motivos pra ouvir The Fame Monster

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19/11/2009 16:02 1005 palavras 13 comentários

(e mais um bônus, porque sou mega generosa)

Lady GaGa - The Fame Monster

Acho que já deixei bem clara a minha paixão por música. Tenho meus artistas favoritos e tal, mas sou bem sincera: não vou deixar de falar mal quando acho ruim. Falo pra quem quiser ouvir que eu acho Just Dance chata. Não me apetece, simplesmente. Mas quando o The Fame Monster vazou, devo dizer que foi uma grata surpresa. São só 8 músicas, porque o Monster era pra ter sido lançado como uma versão luxuosa do disco anterior, o The Fame, só que como faixas bônus. É mais do que justo que seja um disco a parte, porque são 8 músicas, mas são 8 músicas boas. Isso é raro mesmo em discos com 14, 15 faixas. Então, por que ouvir o Monster? Te dou sete motivos.

Lady GaGaLady GaGaLady GaGa

7) Teeth: É a oitava e última faixa do álbum, e se querem saber, não gostei da primeira vez que ouvi não. Daí eu ouvi de novo. E de novo… E de novo… E to ouvindo agora. É uma música que vai crescendo e te empolgando. Eu achei ela com uma coisa de “Laura” do Scissor Sisters. O ritmo é delicioso no fim das contas, tem uma coisa meio de música-negra-de-New-Orleans… Pra mim que é a faixa mais fraca do disco inteiro, mas não deixa de ser boa. Vale a pena ser ouvida sim!

6) So happy I could die: Essa música tem cara daquelas que a gente ouve na beira da piscina, tomando drinques e fingindo estar no meio de uma cena da novela das oito. Tá, pessoas normais não fazem isso. Acho que pessoas normais não tomam drinques, isso é coisa do Manoel Carlos. Mas é isso, a música é uma delicinha e tem toda essa cara de alto verão, pegação, curtição e mimimi mimimi.

5) Telephone: Essa eu achei total com cara de bitch-sasha-fierce. Não é a toa que a Beyoncé participa. É pra pegar fogo na buatchy (eu ia escrever nas pistas, mas já estou me sentindo suficientemente velha). É boa de dançar, é boa de cantar o refrão junto. Desliga o cel e sijoga.

4) Dance in the dark: Essa música é tida como um dos pontos altos do disco. Não é a toa não. Eu acho ela um tantinho deprimente em certas partes, mas o refrão joga tudo lá pra cima. E pelamor, qualquer coisa que soe tão anos 80 assim me conquista num piscar de olhos-protegidos-por-óculos-coloridos.

3) Speechless: Não consigo deixar de pensar o quando a Gaga parece vulnerável quando canta algo do tipo. É uma balada ao piano, e Deus sabe o tanto que sou louca por baladas do tipo. Acho que ela soa meio diva negra nessa música. E querem saber, é lindo. Me lembra um pouco Queen, esse coisa meio de Freddie Mercury de cantar e colocar tudo pra fora, e tem o piano e tudo o mais… Ah, já falei do piano né? Ela tem voz pra sustentar uma música sem milhares de artifícios eletrônicos.

2) Monster: Se tem uma coisa que não dá pra negar é a capacidade da GaGa em criar os refrões mais poderosos/pop/grudentos. Ela sabe como repetir as sílabas certas pra fazer a música grudar nas nossas cabeças. E lá está você, e de repente vem o M-M-M-Monster! É dessas músicas irresistíveis, não tem como errar se colocar pra tocar numa festa.

1) Alejandro: É difícil escolher uma música favorita dentre todas as faixas do disco, mas essa é uma forte candidata. Lembra um pouco de Ace of Base, e só pra deixar bem claro: eu não gosto de Ace of Base. Acho deprê, acho pra baixo, acho anos 90 demais. O mérito é pegar algo que soe chato e transformar na coisa mais delícia ever. É impossível não ficar cantando Ale-Alejandro! Lembra o que eu disse sobre os refrões grudentos? Pois é…

Bônus) Bad romance: Quando a música saiu, juro que coloquei no repeat e passava horas ouvindo. Gosto quando a música é sentimento e quando a pessoa que canta passa essa sinceridade. Gosto ainda mais quando a música é diversão pura. Essa música é as duas coisas. Ah sim, tem um clipe também… Que é simplesmente a coisa mais foda já lançada nos últimos tempos. Sou de um época onde o clipe era importante, apresentava a música e ajudava tudo a vender. Michael Jackson, oi? Lady GaGa faz a gente esperar pelos clipes dela, e a espera não é em vão. E se tem mais alguém que ainda não viu o clipe…

Feito? Então me dá licença que vou lá descolorir (mais) meus cabelos e colocar meu casaco de urso polar. Beijo pra quem fica.







The Moonwalker – Parte II

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26/06/2009 14:50 804 palavras 5 comentários

Quando eu escrevi esse post, não imaginava que ficaria tão chateada por ter deixado tanta coisa de fora. É certo que vamos ter uma overdose de Beat it e Thriller nos próximos dias. Os passinhos de Beat it e o clipe de Thriller estão entranhados no imaginário coletivo. Mas Michael Jackson é muito mais do que isso.

Aí vão mais 7 músicas dele que eu adoro. Sei que ainda vai faltar coisa, mas paciência. Não é pra fazer uma compilação mesmo.

7) Liberian girl (Bad – 1987): Perto de outros sucessos estrondosos do álbum Bad, Liberian girl passa batida muitas vezes. Injusto, porque é uma balada maravilhosa. E quando você vê, o refrão já grudou na sua cabeça. I love you, liberian girl! All the time! Uma coisa legal sobre o clipe é que praticamente todo mundo que era alguém na década de 80 está nele. Tem inclusive meu ídolo master nerd, ‘Weird Al’ Yankovic. Ele proporciona os momentos mais legais (e engraçados) do clipe.

6) Remember the time (Dangerous – 1992): Dangerous não é o álbum mais famoso, mas é recheado de músicas perfeitas. Eu sei principalmente porque esse eu tinha! Eu falei aqui no blog uma vez que Michael Jackson é o único cara branco que tinha soul. Essa música é cheia de soul. E Michael sabia que clipes-superproduções eram a maneira mais efetiva de divulgar suas músicas. Dêem só uma olhada: Eddie Murphy, Iman, Magic Johnson…

5) Leave me alone (Bad – 1988): Se você já viu o filme Moonwalker em alguma das centenas de vezes que ele foi reprisado no Cinema em casa do SBT, certamente conhece essa música. É fácil associar Michael aos escândalos que o rondam, e essa música (na verdade mais o clipe) é uma resposta bem-humorada as acusações da imprensa. O clipe é mais uma das obras-primas dele. Stop motion, com manchetes impagáveis nos jornais.

4) Speed demon (Bad – 1988): Eu amava Moonwalker, e amava duas partes em especial. Uma delas é Smooth criminal, que eu citei no post anterior. Essa é a outra. A música + bonecos de massinha + Michael-coelho-de-massinha faziam o meu dia! Os dois dançando juntos no final e a placa, nossa, bom demais.

3) Blood on the dance floor (Blood on the Dance Floor: HIStory in the Mix – 1997): Música pra dançar! mais uma daquelas músicas irresistíveis, que fazem você começar a dançar sem perceber. Injustiça dizer que nada mais de bom foi produzido depois de Thriller. Thriller não é nem meu álbum favorito, e nem acho que foi a melhor coisa já feita por Michael Jackson.

2) Get on the floor (Off the wall – 1979): Michael Jackson era imbatível fazendo música disco. Eu acho que nos anos 70. ele está bem acima de nomes como Donna Summer ou Earth, Wind & Fire. Podemos animar uma festa de horas e horas só usando músicas dele.

1) Shake your body (Shake Your Body – 1978): Eu não resisti! Essa música não é bem só do Michael, uma vez que é um single que foi lançado com os irmãos. A banda tinha então o nome de The Jacksons. É mais uma música disco. Deliciosa, dançante, grudenta! As vezes estou em casa fazendo alguma coisa longe do computador e coloco essa música quando preciso me animar. Funciona, e como funciona!

0) Can you feel it (Triumph – 1980): Tá, eu sei que já falei dessa música na primeira playlist de corrida. Mas sabe quando você sente que nunca vai ser capaz de fazer o suficiente? Eu sinto que nunca vou conseguir falar exatamente o que essa música faz por mim. Michael não canta essa música sozinho, ele está acompanhado do irmão Randy. Mas quando Michael começa a cantar… É impressionante! Sério, ouçam, ao menos uma vez na vida.







The Moonwalker

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26/06/2009 02:22 656 palavras 13 comentários

Essas são as minhas músicas favoritas do Rei do Pop, e eu as compartilho porque valem a pena. Melhor falar de música do que escrever qualquer bobagem metida a homenagem póstuma. Isso eu não sei fazer.

7) Don’t stop ’til you get enough (Off the wall – 1979): Minha música favorita dele. Primeiro single que ele lançou em carreira solo, e aqui no Brasil mais conhecida mesmo por ser “tema do Vídeo Show”. É uma música tão fantástica e viciante que é pena ter sido reduzida a uma mera vinheta de programa vespertino.

6) Wanna be startin’ somethin’ (Thriller – 1983): Já ouviu Please don’t stop the music, da Rihanna? Bem provável que sim. Mas o que Rihanna tem a ver com Michael Jackson? Bem, na referida música ela sampleou um pedaço de Wanna be startin’ somethin’. Preste atenção e vai ouvir a galera no fundo cantando “Mama-se, mama-sa, mama-coo-sa”. E quando menos esperar, vai estar cantando junto…

5) Human nature (Thriller – 1983): A voz de Michael se sobressai de forma incrível nessa música. Tem que ouvir pra entender do que estou falando. Essa é uma daquelas canções que eu considero “verdadeiramente bonitas”. Como ouvir e enxergar beleza. Tá, eu tenho sensações estranhas ouvindo música, admito.

4) Stranger in Moscow (HIStory – 1996): Eu sinto arrepios quando escuto “How does it feel? When you’re alone and you’re cold inside…”. Além de ser uma balada linda, rola uma lenda por trás dessa música. Dizem que Michael Jackson compôs a trilha sonora de Sonic the Hedgehog 3. E se você ouvir a música de encerramento de Sonic 3 vai ver que ela é idêntica a Stranger in Moscow

3) Ghosts (Blood on the Dance Floor: HIStory in the Mix – 1997): Além de ser uma música dançante e fantástica, tem várias coisas legais sobre ela. Uma delas é o mini-filme produzido pra divulgação do álbum. Escrito por Stephen King e Michael Jackson, até hoje Ghosts detém o título de videoclipe mais longo já produzido. Ah, manja o tiozão dançando pra caramba no final do clipe? Nada mais nada menos do que Michael Jackson fantasiado! Oi, posso fazer uma piada cretina? Michael balança o esqueleto nesse clipe, literalmente. Pronto, fiz, podem me bater agora.

2) Heal the world (Dangerous – 1991): Essa música é uma das poucas que me fazem chorar com facilidade. Não só por ser excepcionalmente bonita, mas também porque tem uma história muito triste associada a ela. Curar o mundo e fazer dele um lugar melhor. Pra você, pra mim e pra toda a raça humana.

1) Smooth criminal (Bad – 1988): Escute a batida e preste bastante atenção. Fez isso? Está se mexendo? Então sério, de que planeta você é?? Smooth criminal era a primeira música do game Moonwalker. Inesquecível começar o jogo, jogar uma moeda na jukebox e a música começar…

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